terça-feira, 23 de agosto de 2016

Eu Quero Ser Um Vaso Novo


Rev. Hernandes Dias Lopes

O profeta Jeremias foi chamado a descer à casa do oleiro para receber uma mensagem de Deus para a nação de Judá (Jr 18.1-6). Ali ele viu o oleiro trabalhando sobre as rodas, moldando o barro e fazendo dele um vaso novo. O vaso havia se estragado nas mãos, mas em vez do oleiro jogar o vaso fora, fez dele um vaso novo. Esse episódio encerra algumas preciosas lições:

1. Deus não desiste de você, mesmo quando você falha em cumprir seu propósito (Jr 18.4). 

O oleiro não jogou no lixo o vaso que se lhe havia estragado nas mãos. Ele não o colocou num canto como algo imprestável. Ele não desistiu desse vaso, mas fez dele um vaso novo. Assim, também, Deus não desiste de você. Mesmo quando você se torna como um barro sem liga ou como um vaso estragado, Deus continua investindo em sua vida. Ele não abre mão de fazer de você um vaso novo. Deus não desiste de fazer um milagre em sua vida. Ele não abdica do direito que tem de fazer de você um vaso de honra, um vaso útil, preparado para toda boa obra. Mesmo quando você cai, fracassa e se desvia, Deus não considera você como sucata imprestável. Ele não olha você com desprezo. Como oleiro divino, ele investe em sua vida e transforma você, para que você cumpra os propósitos eternos que ele mesmo estabeleceu para sua vida.

2. Deus não faz apenas remendos em sua vida; ele faz de você um vaso novo (Jr 18.4).

O oleiro não remendou o vaso que se lhe havia estragado nas mãos. Ele não se contentou com meias medidas. Ele fez um vaso novo. A obra de Deus em você é completa. Ele faz de você uma nova criatura. Ele não quer apenas uma reforma externa, um verniz de aparência. Ele quer dar-lhe uma nova vida, uma nova mente, um novo coração, uma nova família, uma nova pátria. Deus tem para você uma vida nova, com novos gostos, novas preferências, novos alvos, novos sonhos, novos compromissos. A vida com Cristo é novidade de vida. É vida santa, é vida no altar, é vida cheia do Espírito, é vida abundante, maiúscula, superlativa, eterna. A obra de Cristo em você é um milagre extraordinário. Portanto, você deve despojar-se dos trapos da murmuração e revestir-se com as vestes de louvor. Você deve largar para trás o espírito angustiado e cobrir-se com roupagens de louvor e óleo de alegria.

3. Deus não faz de você um vaso segundo o seu querer, mas um vaso segundo o seu propósito soberano (Jr 18.4).

Deus fez do vaso que se lhe havia estragado nas mãos um vaso novo, segundo bem lhe pareceu. A obra de Deus em você não é conforme os ditames da sua vontade, mas conforme os propósitos soberanos do próprio oleiro divino. Deus tem o melhor para você. Os planos de Deus para a sua vida são mais elevados do que os seus próprios sonhos. O projeto de Deus para a sua vida são mais altaneiros que os seus próprios projetos. A vontade de Deus e não a sua deve prevalecer em sua vida. Ele é o oleiro, e você o barro. Não é o barro que manda no oleiro; é o oleiro que molda o barro. O oleiro tem o direito de fazer do barro o que lhe aprouver. O oleiro divino que molda você é o mesmo que espalhou as estrelas no firmamento e o mesmo que lançou os fundamentos da terra. O oleiro divino está empenhado em esculpir em você a beleza de Jesus. Seu projeto eterno é transformar você à imagem do Rei da glória. Ele lhe predestinou para você ser conforme à imagem do seu Filho. Deus jamais desistirá desse projeto. Seus planos não podem ser frustrados. Se preciso for, ele vai quebrar o vaso e fazê-lo de novo. Mas, jamais vai desistir de fazer de você, um vaso de honra.



Uma Fera Indomável

Rev. Hernandes Dias Lopes
“Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça no falar é perfeito varão, capaz de refrear também todo o corpo” (Tg 3.2).
Benjamim Franklin disse que a fera mais perigosa do mundo tem sua toca escondida atrás dos dentes. A língua é fogo. É mundo de iniquidade. Coloca em ruínas toda a carreira humana. Tem o poder de dirigir, pois é como o freio de um cavalo e como o leme de um navio. Se bem utilizada pode conduzir-nos em segurança, mas se usada com insensatez pode levar-nos à destruição. A língua tem o poder de destruir. É como fogo e como veneno letal. Um pequena chama incendeia uma floresta. Uma pequena dose de veneno tem um terrível poder letal. A língua tem o poder de deleitar. É como uma fonte e como uma árvore frutífera. Deve trazer refrigério para os cansados e alimentar os famintos.
Tiago faz três afirmações sobre a língua, que vamos aqui destacar:
Em primeiro lugar, a língua é destruidora (Tg 3.1-6). A língua é um pequeno órgão do corpo que pode destruir toda a carreira humana. Pode levar o homem ao inferno e ela mesma ser destruída nesse lugar de chamas eternas. Quantos relacionamentos estremecidos por causa da maledicência! Quantas guerras sangrentas foram provocadas por palavras insensatas! A língua é mundo de iniquidade. Está cheia de peçonha. É uma espada que fere, um fogo que destrói, um veneno que mata. Mais pessoas têm sido destruídas pelo poder da língua do que por qualquer outra arma. Acautele-se acerca de sua língua. Põe guarda na sua boca e vigie a porta de seus lábios, pois as palavras proferidas são como setas que uma vez lançadas não voltam mais. São como um saco de penas jogadas ao ar do alto de uma montanha. É impossível recolhê-las todas.
Em segundo lugar, a língua é indomável (Tg 3.7,8). O homem com a sua inteligência tem domado os animais do campo, as aves do céu e os peixes do mar. Porém, o homem não consegue domar sua própria língua. Em vez de usá-la com sabedoria, muitas vezes, usa-a para ferir pessoas. Em vez de abençoar o próximo, açoita-o com o látego das críticas mais desumanas. O apóstolo Paulo diz que devemos falar sempre a verdade. Só proferir o que é oportuno. E só falar aquilo que vai transmitir graça aos que ouvem. O pensador grego Platão dizia que devemos passar o que ouvimos por três peneiras: A primeira peneira: É verdade o que você está me dizendo> Você já falou para a pessoa envolvida> O fato de você me contar esse caso, vai ajudar em sua solução> Caso o depoente não pudesse passar seus comentários pelo crivo dessas três peneiras, Platão lhe dizia: “Eu não quero ouvir o que você tem para me falar”.
Em terceiro lugar, a língua é incoerente (Tg 3.9-12). Tiago diz que a língua é incoerente, pois da mesma língua sai louvores a Deus e críticas ferinas ao próximo, que foi criado à imagem de Deus. A mesma língua que canta louvores a Deus também fala blasfêmias contra Deus e lança maldição sobre o próximo. Tiago argumenta que, assim como uma fonte de água doce não produz água salobra, assim, também, da nossa língua não é conveniente que saia bênção e maldição. Assim como uma figueira não produz azeitonas nem videira figos, assim também da nossa boca não deveria sair palavras tão incoerentes. Assim como uma fonte de água salgada não pode dar água doce, assim, também, uma língua cheia de veneno não pode produzir o que produz vida. Oh, quão corrupto é o nosso coração! A língua é incoerente, porque ela revela o coração. A boca fala daquilo que está cheio o coração.
Só nos cabe rogar a Deus misericórdia e refrearmos nossa língua, pois, Tiago diz que se alguém supõe ser religioso, deixando de refrear a língua, antes, enganando o próprio coração, a sua religião é vã.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

A Perplexidade Humana e a Soberania Divina

Rev. Hernandes Dias Lopes

Referência: Habacuque 1.1-17
INTRODUÇÃO
O século XIX foi marcado pelo conflito entre a fé a ciência. No século XX, sobretudo, depois da segunda guerra mundial o conflito passou a ser não entre fé e ciência, mas entre fé e a história.
O livro de Habacuque revela essa terrível tensão do profeta de conciliar sua fé na soberania de Deus e a invasão imperialista da Babilônia invadindo o seu país e esmagando o seu povo com crueldade.
Judá estava vivendo em profunda apostasia. As reformas do tempo do rei Josias em 621 a.C. foram superficiais. O povo estava vivendo na idolatria, na frouxidão moral e violência insuportável. Deus então, disciplina o seu povo através da vara dos caldeus, um povo perverso, sanguinário e expansionista.
O profeta olha ao redor e vê os exércitos da Babilônia cercando sua terra. Ele olha para o povo e vê o pecado destruindo o povo. O profeta clama a Deus com perplexidade diante da aparente inação de Deus. O Senhor, então, mostra ao profeta que ele mesmo está trazendo os caldeus para serem a vara da sua ira contra o seu povo. O profeta coloca diante de Deus sua queixa e Deus vai mostrar para ele que ele é soberano e que nada escapa ao seu controle e ao propósito soberano.
I. OS CAMINHOS DE DEUS ÀS VEZES SÃO MISTERIOSOS
1. Sua inação – v. 2-4

• Muitas vezes parace que Deus está estranhamente silencioso e inativo em circunstâncias provocativas. Por que Deus permite que certas coisas aconteçam? Por que Deus permitiu duas sangrentas guerras mundiais com o sacrifícios de milhões de pessoas inocentes? Por que Deus permitiu o surgimento do regime comunista em 1917 que levou o maior número de mártires do Cristianismo da história? Por que Deus permite uma guerra sangrenta entre judeus e palestinos? Por que Deus permite as forças aliadas invadirem com tanta truculência o Iraque arrazando um país já combalido pelos embargos internacionais, a despeito da opinião pública mundial estar contra essa invasão?
• Por que Deus permitiu o surgimento do liberalismo teológico? Por que Deus permite a apostasia da igreja? A Secularização da igreja? A banalização do sagrado? Por que Deus não responde as nossas orações, trazendo logo um avivamento para a igreja?
• Por que Deus não faz cessar a guerra (v. 2)? Por que Deus permite a inversão de valores morais (v. 4)?

2. Suas providências inesperadas – v. 5-6

• Deus às vezes dá respostas inesperadas às nossas orações. Deus disse que ele mesmo estava trazendo os caldeus contra Judá. Isso deixou o profeta Habacuque perplexo. Por um longo tempo Deus parace não responder. Então, quando responde, o que diz é mais misterioso do seu que o seu silêncio. Deus diz para Habaque que estava respondendo a sua oração trazendo os caldeus para disciplinarem o seu povo.
• Às vezes nós mesmos prescrevemos a maneira como nossas orações devem ser respondidas. Mas Deus é soberano e livre. Deus às vezes deixa as coisas ficarem piores antes delas melhorarem. Jesus deixou Lázaro morrer antes de ir a Betânia. Jesus deixou seus discípulos no meio da tempestade até alta madrugada antes de ir socorrê-los.

3. Seus instrumentos incomuns – v. 6

• O terceiro aspecto surpreeendente dos caminhos de Deus é que ele às vezes usa instrumentos estranhos para corrigir a sua igreja e o seu povo. Não é Satanás, mas Deus quem suscita os caldeus para castigar Israel. Os caldeus são a vara da ira de Deus contra o seu povo rebelde. Quando o povo de Deus deixa de ouvir a voz de Deus, de atender os seus profetas, Deus levanta os ímpios para disciplinar o seu próprio povo. 
• Longe de ignorar a maldade opressora dos caldeus, Deus mesmo descreve os caldeus como uma nação terrível, violenta, opressora (v. 6-7).
• Se não nos voltarmos para Deus e nos arrependermos e não acertarmos nossa vida com Deus, o Senhor pode usar instrumentos estranhos para nos disciplinar.


II. OS CAMINHOS DE DEUS ÀS VEZES SÃO MAL INTERPRETADOS

1. Por pessoas religiosas descuidadas – v. 5

• A atitude do povo era: “Vejam o que esse profeta anda dizendo: que Deus vai usar os caldeus. Como se Deus pudesse fazer tal coisa! Não há perigo; não lhe dêem ouvidos. Os profetas são sempre alarmistas, e nos ameaçam com o mal. Que idéia é essa de que Deus há de suscitar um povo como os caldeus para castigar a Israel! Isso é impossível!”
• Foi assim também na época do Dilúvio. A geração de Noé não acreditou nas advertências de Noé. Eles consideravam sua pregação absurda. Eles zombaram dele. Deu-se o mesmo em Sodoma e Gomorra. As pessoas despreocupadas não poderiam crer que as suas cidades seriam destruídas. Jerusalém não creu quando Jesus alertou sobre o cerco de Tito Vespasiano em 70 d.C. e a cidade foi destruída. Hoje as pessoas não crêem na segunda vinda, não crêem na juízo final e por isso andam descuidadas!

2. Pelo Mundo – v. 11

• Os caldeus falharam completamente em compreender que eles eram apenas instrumentos nas mãos de Deus. Eles pensavam que o poder que possuíam era o seu próprio deus.
• As arrogantes potências mundiais que Deus tem usado para os seus próprios desígnios em várias épocas da história, sempre se orgulharam de suas realizações. Essas superpotências se acham onipotentes e adoram o seu próprio poder. O verdadeiro significado da história nunca lhes passsa pela cabeça.

III. OS CAMINHOS DE DEUS PRECISAM SER BIBLICAMENTE INTERPRETADOS
1. A história está sob controle divino – v. 6

• Deus controla não somente a Israel, mas também seus próprios inimigos, os caldeus. Toda nação da terra está sob a mão divina, porque não há poder neste mundo que, em última instância, não seja por Deus controlada. Não foi a força dos caldeus que lhes deu vitória. Foi Deus quem os suscitou. Deus é o Senhor da história. As nações para ele são como um pingo que cai de um balde, os povos como gafanhotos. Deus está acima de tudo. Ele está com as rédeas da história nas mãos.

2. A história segue um plano divino – v. 6

• O plano de Deus não pode ser frustrado. Israel não será destruído. O povo de Deus jamais será destruído. Os inimigos do povo de Deus podem ser usados por Deus para castigar o seu povo, mas eles sofreram a justa ira de Deus por não reconhecerem a mão de Deus sobre eles (2:5).

IV. OS CAMINHOS DE DEUS PRECISAM RESOLVER AS NOSSAS PERPLEXIDADES
1. O deus deste mundo é o poder passageiro, mas o nosso Deus é eterno – v. 11, 12

• O deus dos caldeus era o poder (v. 11). Esse poder era passageiro. O deus deles fora criado por eles mesmos. Mas o nosso Deus é eterno. Os problemas da história não podem abalá-lo nem destruído. É ele quem governa a história. A história não caminha para o caos, mas para um fim glorioso. O Deus a quem adoramos está fora do fluxo da história. Ele precedeu a história. Ele criou a história. Seu trono está acima do mundo e fora do tempo. Ele, o Deus eterno, reina na eternidade.


2. O deus deste mundo é criado, mas o nosso Deus é auto-existente – v. 12

• A palavra “Senhor” Jeová signifca EU SOU O QUE SOU. Deus diz: eu sou absoluto, auto-existente. Deus não depende, em nenhum sentido, de nada que acontece no mundo, mas existe em si mesmo.

3. O deus deste mundo mancomuna-se com o mal, mas o nosso Deus é santo – v. 13
• Deus é santo, é puro, é luz, é justo. Ele não comete injustiça. Seu trono é trono de justiça. Ele nã pode ver o mal sem odiá-lo. Todo o mal que existe no universo é totalmente repugnante para Deus por causa da sua pureza. Deus e o mal são oponentes irreconciliáveis. O mal será aniquilado. A truculência será destruída. Os ímpios serão sentenciados. O povo de Deus será resgatado (2:4). 

CONCLUSÃO


Quando as nossas perplexidades superam o nosso entendimento, precisamos entregar a nossa causa nas mãos de Deus – (1.12-17). O drama de Habacuque era ver o sofrimento do justo imposto pela truculência dos maus. O drama de Habaque era ver como Deus usava um instrumento tão perverso para disciplinar o seu povo (v. 12b). O drama de Habaque é ver o sofrimento do povo de Deus nas mãos dos ímpios. Habacuque não se queixa contra Deus, mas a Deus (v. 2-4).
Em vez de se escandalizar, entregar-se à revolta, à amargura e fugir de Deus, Habacuque corre para Deus e refugia-se nele e busca nele resposta às suas queixas, às suas perguntas?
Nesse capítulo 1 o apóstolo não recebe resposta alguma à sua queixa, à sua oração. Ele só vai encontrar uma reposta à sua queixa quando ele sobe à torre de vigia e Deus lhe mostra o propósito glorioso na vida do seu povo e o julgamento inexorável dos ímpios (2:4).


sábado, 20 de agosto de 2016

O Ensino da Graça

 
A ideia da santificação progressiva, de que a santificação pode ser ‘melhorada’ pelo homem mediante uma 'completa' dedicação de sua vida, renúncia pessoal e auto-julgamento de suas ações não é bíblica. Após observar os argumentos que dá base de sustentação a teoria da santificação progressiva, surgem as perguntas: O cristão é santificado através de auto-julgamento? É possível renunciar ao pecado? O que é seguir a santidade?

“Pois a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos os homens. Ela nos ensina a abandonar a impiedade e as paixões mundanas, para que vivamos neste presente século sóbria, justa e piedosamente...” ( Tt 2:11 -12)
O Que a Graça Ensina?
Observe este comentário:
“Somos santificados através do auto-julgamento, da renuncia pessoal ao pecado e do seguir após a santidade. D. D. – A santificação é efetuada ao passo que o crente desenvolve sua salvação, cônscio da operação de Deus em seu íntimo” Teologia Elementar - E. H. BANCROFT- Pág 265, 10ª Impressão.
O versículo acima é utilizado como base de apoio a ideia da santificação progressiva, de que a santificação deve ser desenvolvida, que pode ser ‘melhorada’ pelo homem mediante uma 'completa' dedicação de sua vida, renúncia pessoal e auto-julgamento de suas ações.
Após observar os argumentos que dá base de sustentação a teoria da santificação progressiva, surgem as perguntas: O cristão é santificado através de auto-julgamento? É possível renunciar ao pecado? O que é seguir a santidade?
O que está estampado em Tito 2, verso 11 à 12 demonstra o contrário. O apóstolo Paulo exorta sobre o que Tito deveria falar aos cristãos sob sua responsabilidade ( Tt 2:1 -10). As determinações que deveriam ser passadas tinham um objetivo: que em tudo os cristãos fossem um “adorno” à doutrina de Deus (v. 10).
Dai decorre a seguinte verdade: Cristo trouxe salvação a todos os homens através da verdade do evangelho e ensinou aos que creem a abandonar a impiedade, as paixões do mundo para um viver (neste presente século) sóbrio, justo e piedoso diante dos homens.
Jesus deixou estas determinações a seus seguidores enquanto aguardam “... a bem-aventurança e o aparecimento da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus” ( Tt 2:13 ).
Um viver sóbrio, justo e piedoso não são elementos de santificação como querem alguns. O apóstolo é bem claro: um viver sóbrio, justo e piedoso é ORNAMENTO da doutrina de Deus! Ninguém é santificado por dedicar-se a um viver piedoso!

Há muitos que vivem uma vida 'piedosa' e 'justa' segundo princípios morais e religiosos, porém, está destituído da glória de Deus.
O versículo quatorze é bem esclarecedor: o nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus “... a si mesmo se deu por nós a fim de remir-nos de toda iniquidade, e purificar para si um povo todo seu, zeloso de boas obras” ( Tt 2:14 ) (grifo nosso).
A Santificação decorre da obediência de Cristo que se entregou com o objetivo de remir o pecador, adquirindo para si um povo todo seu, ou seja, santificado (separado). O que determina a santidade do povo de Deus é o fato de ser propriedade d'Ele. A igreja foi adquirida por Ele como propriedade peculiar dentre todos os povos.
Em nenhum lugar das Escrituras é apontado a santificação como ligada a elementos provenientes do ornamento da doutrina de Deus (comportamento, moral).
Quando se fala de salvação, as teses doutrinárias explicam-na da seguinte forma: o homem quando aceita a Cristo como salvador sofre uma transformação nas tendências gerais de sua natureza, que acaba por reverter o seu caráter moral. É o que denominam de regeneração. Afirmam que a humanidade possui um duplo problema como conseqüência do pecado e da queda:
  1. O homem passou a ter uma natureza corrupta expressa através de um caráter moral depreciado pelo pecado. A regeneração por sua vez reverte a maldição do pecado dando uma nova direção as tendências gerais da natureza humana;
  2. Este homem depois de regenerado permanece ainda com o problema da culpa. A culpa ou possibilidade de punição não é extinta através da regeneração, o que só pode ser resolvido através da justificação. Assim afirmam: na justificação o homem é perdoado e recebe a declaração de que cumpriu tudo que a lei exige no homem.
A parte da regeneração e da justificação ocorre à adoção, entretanto tudo se dá no mesmo momento, quando o pecador se arrepende dos pecados e dá meia volta em suas tendências pecaminosas. Afirmam que na adoção o homem é restaurado a uma posição de favor diante de Deus. Antes alienado, agora aceito, por meio da adoção.
Este modelo doutrinário aponta que na conversão ocorre regeneração, justificação, adoção e santificação posicionalou objetiva, sendo processos independentes que ocorrem ao mesmo tempo, tidos como aspecto objetivo da salvação inicial, porém, não é algo efetivo de fato. Observe o seguinte quadro e sequência numérica:
Aspectos objetivos da salvaçãoContinuação e complementação da salvação
1-Regeneração

1-Justificação

1-Adoção

1-Santificação (posicional)
2-Santificação (progressiva)
3- Santificação (fase final é contemporânea à vinda de Cristo)

Esta teoria sobre os elementos que compõe a salvação é assim disposta para comportar uma explicação sobre porque o crente ainda erra, mesmo depois de regenerado, justificado e, segundo eles, santificado ‘posicionalmente’.
Daí surgiu à ideia da santificação progressiva:
“Um ato que é instantâneo, mas que ao mesmo tempo traz em si a ideia de desenvolvimento até a consumação”Teologia Elementar - E. H. BANCROFT - Pág 262, 10ª Impressão, Ed. EBR.
Mas, o que a graça de Deus ensina? Ensina que Jesus deu-se a si mesmo para remir o homem de toda iniquidade lavando-os completamente pela palavra ( Tt 2:14 ; Jo 15:3 ), de modo que todos os que creem n'Ele são santificados "Para lhes abrires os olhos, e das trevas os converteres à luz, e do poder de Satanás a Deus; a fim de que recebam a remissão de pecados, e herança entre os que são santificados pela fé em mim" ( At 26:18 ); "E por eles me santifico a mim mesmo, para que também eles sejam santificados na verdade" ( Jo 17:19 ).

postador por: Claudio F. Crispim

Nasceu em Mato Grosso do Sul, Nova Andradina, em 1973. Aos 2 anos, sua família mudou-se para São Paulo, onde vive até hoje. O pai ‘in memória’ exerceu o oficio de motorista de ônibus coletivo e a mãe comerciante, ambos evangélicos. Claudio Crispim cursou o Bacharelado em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública na Academia de Policia Militar do Barro Branco e, desde 2004 exerce a função de Tenente da Policia Militar do Estado de São Paulo. É casado com Jussara e é pai de dois filhos, Larissa e Vinícius. É articulista do Portal Estudo Bíblico (www.estudobiblico.org), com mais de 200 artigos publicados e distribuídos gratuitamente na web.

Os sinais dos tempos estão brotando

Clint Archer

O mundo está confuso e inquieto. Muitos esperam que a situação melhore. Como deveríamos reagir diante de tantas catástrofes e tanta violência?
O primeiro de setembro de 1939 foi um dia de outono na Europa. Também foi o primeiro dia da Segunda Guerra Mundial. Adolf Hitler invadiu a Polônia. Uma série de acordos de defesa catapultaram os Aliados – Grã-Bretanha, França, Nova Zelândia, Austrália, África do Sul, Canadá, Egito e, mais tarde, os Estados Unidos – a um implacável confronto com os países do Eixo (Alemanha, Áustria, Itália e, depois, o Japão).
Um sinal visível de que o Reino Unido estava em guerra eram as enormes pilhas de milhares de sacos de areia protegendo os edifícios mais importantes do governo. Essas barricadas deveriam barrar o fogo de artilharia do inimigo e proteger as paredes e fundamentos quando as bombas explodissem. Exércitos foram mobilizados, teatros foram fechados, a vida noturna foi suspensa por tempo indeterminado e a população da Europa esperava excitada pelo próximo passo de Hitler.
Você sabe o que aconteceu em seguida? Nada! Durante todo o mês de setembro não houve nem sinal de Hitler. Os Aliados não tiveram nada a defender. Será que Chamberlain, o primeiro-ministro inglês, tinha razão: Hitler estava sossegado, descansando apaziguado, como um dragão faminto saciado, digerindo uma presa grande demais?
E em outubro? Nada! E novembro, dezembro, janeiro, fevereiro, março e abril também passaram sem qualquer incidente (mesmo que os noruegueses não concordem quando digo “sem incidentes”). Comparando com o que se esperava depois da experiência horrorosa da Primeira Guerra Mundial, nada de novo estava acontecendo no Ocidente.
Na França, o ministro da Defesa recebeu plenos poderes e autoridade quase ditatorial por causa da guerra, para recrutar forças de trabalho para fins militares, mas ele abriu mão da prerrogativa. Fábricas que deveriam produzir munição continuavam fornecendo bens de consumo em grandes quantidades. Nem a gasolina nem a comida foram racionadas. As pistas de esqui foram reabertas aos turistas, os destinos de férias na Côte D’Azur e os clubes noturnos de Paris voltaram rapidamente a funcionar a todo vapor. Os soldados franceses ganharam licença para irem para casa até nova convocação. Durante grande parte do ano de 1940 era possível ver soldados no Hyde Park de Londres estirados em cadeiras de praia, tirando uma soneca e alimentando os patos. ORei Lear continuava em cartaz. O jornal The Times nada tinha a relatar sobre a guerra e voltou sua atenção ao retorno dos cucos e das andorinhas migratórias às Ilhas Britânicas.
O político britânico Alfred Duff Cooper fez uma tola declaração diante do público americano, dizendo que a Grã-Bretanha e a França teriam encontrado “um novo caminho” para fazer guerra “sem perder vidas humanas”. Naquela época, um profeta da desgraça pouco apreciado pelo público era um certo Winston Churchill, que alertava enfaticamente os aliados a não se sentirem embalados por uma falsa sensação de segurança diante de Hitler e de suas idéias expansionistas.
E então, num belo dia de maio de 1940, depois de nove meses quase sem fatos relevantes, aconteceu uma coisa muito estranha em Londres: os sacos que protegiam os prédios importantes começaram a se romper.
Veja bem: ao invés de encher os sacos com areia grossa, como ditavam as normas, eles haviam sido recheados com terra comum, bem mais barata. Nessa terra havia muitas sementes minúsculas que germinaram e, de repente, fizeram surgir muitos brotinhos verdes na superfície dos sacos das barricadas. Os brotos tinham rompido os sacos. O que significava isso para a guerra? Os brotinhos verdes sinalizavam que o verão estava se aproximando. Hitler, que conhecia a História, tinha aprendido a lição com o erro fatal de Napoleão: quando os meios são limitados, nunca comece a luta no inverno. Se Napoleão tivesse esperado até o verão, talvez hoje os russos falassem francês.
Os brotos verdes nos sacos de areia de Londres eram mensageiros anunciando que a guerra poderia começar a qualquer momento.
Realmente, o próximo comunicado da França à Downing Street 10 em Londres foi um telefonema em pânico do primeiro-ministro francês explicando que a França caíra nas mãos dos alemães. E o resto, como se sabe, é História.
A lição que fica é: quando os sacos de areia começam a brotar, fujam para os montes!
Você pode não acreditar, mas é justamente isso que Jesus disse em Lucas 21.29-31:“Ainda lhes propôs uma parábola, dizendo: Vede a figueira e todas as árvores. Quando começam a brotar, vendo-o, sabeis, por vós mesmos, que o verão está próximo. Assim também, quando virdes acontecerem estas coisas, sabei que está próximo o reino de Deus”.
O ponto central a que Jesus apontava com tanta ênfase era o seguinte: se somos espertos o suficiente para reconhecer que árvores brotando anunciam a chegada do verão, também deveríamos ser vigilantes em relação aos sinais que anunciam Sua chegada próxima.
Que sinais seriam esses? Lucas 21.25-26 diz: “Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados”. (A título de curiosidade, consulte o Google e veja o que um cometa passando perto da terra poderia significar para seu eixo. Que conseqüências globais haveria?).
Outros sinais que a Sagrada Escritura prevê são guerras e rumores de guerras, terremotos, doenças e epidemias se alastrando, além de fome e carestia (colapsos financeiros). Pelo visto, esses sinais são um pouquinho mais inquietantes do que os sinais que anunciam a chegada do verão. Por isso, muitos não vêem os sinais dos tempos como uma coisa boa ou como algo positivo, nem como as boas novas que, de fato, são. Por isso tentam impedir que os sinais se cumpram. Se pudermos acreditar no que diz o Discovery Channel, parece que os especialistas estão sempre se reunindo para tratar do buraco na camada de ozônio, do aquecimento global, do efeito El Niño, da próxima era glacial e da probabilidade de colisões com meteoros que destruiriam a terra, além das erupções solares, ataques de vírus ou panes nucleares.
Você sabe qual a reação bíblica a esses prognósticos de fim de mundo? Alegria!
Lucas 21.28 diz: “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça, porque a vossa redenção se aproxima”.
Cada geração pensa que está vivendo nos tempos finais. Creio que isso é saudável. Deus permite que os mensageiros proféticos nos arranquem de nosso comodismo. Fiquemos atentos, vivendo como quem realmente acredita que Jesus está para voltar.
Se vivêssemos em um mundo utópico, um mundo perfeito, que dominou a criminalidade, que acabou com os terremotos, descobriu a cura de todas as doenças, conquistou os oceanos, colocou uma redoma protetora ao redor do planeta e conseguiu a plena paz entre os povos... aí, sim, entenderíamos quando as pessoas duvidam das palavras de Jesus. Mas, queridos amigos, quando nosso mundo apresenta sinais de que seu prazo de validade está vencendo, nós, cristãos, deveríamos nos sentir encorajados. Os sinais dos tempos que já temos visto se cumprindo provam que as previsões bíblicas são confiáveis.
Os tempos não são de letargia ou negligência. Não é hora de se recostar na cadeira de praia e alimentar os patos. É tempo de ficar de prontidão.
Amém! Vem, Senhor Jesus!

(Clint Archer - Chamada.com.br)

domingo, 14 de agosto de 2016

Ciência confirma: Dinossauros não viveram há milhões de anos

Imagina que estás a ver um programa de televisão onde um homem idoso, meio surdo, pele envelhecida, costas curvas e paralítico afirma que tem 130 anos. Embora muitos de nós pudesse ficar céptico em relação a tal declaração (devido a raridade da ocorrência), se por acaso houvesse um homem na Terra com 130 anos, provavelmente o seu aspecto não seria muito diferente do aspecto deste homem.
Agora imagina que um homem forte, maratonista, com pele firme e brilhante, cabelo lustroso, boa memória e tensão arterial baixa afirmasse que tinha 130 anos. Que indivíduo razoável acreditaria em tal declaração? Practicamente toda a gente poria em causa tal afirmação, especialmente os médicos que mais tarde descobrissem que ele tinha um físico de alguém com 20 anos.
Entremos agora no mundo da “ciência evolutiva” (contradição). De acordo com os sempre fiáveis métodos de adivinhação/”datação” evolutivos, os dinossauros supostamente extinguiram-se há 65 milhões de anos atrás. Daí se infere que qualquer fóssil de dinossauro que seja encontrado nas camadas geológicas tem que ter no mínimo 65 milhões de anos.
Mas e se o fóssil não aparenta ser tão antigo? E se, após inspecção científica, fossem descobertos ossos de dinossauro com tecido ósseo “fibroso“, “flexível” e “resilente“, que quando “esticado volta ao seu tamanho ou forma inicial(1)? E se proteínas como o colagénio fossem encontradas lado a lado com a “hemoglobina, elastina e lamina, bem como estruturas tipo células parecidas com células sanguíneas e células ósseas(2)? Será que os evolucionistas concluiriam o mesmo que quase toda a gente no que toca ao maratonista de 130 anos?
Aparentemente não.
Quando se chega às descobertas perigosas da Drª Mary Schweitzer, os evolucionistas universalmente rejeitam aquilo que os seus olhos podem observar, e preferem tapar os ouvidos e continuar a acreditar que os dinossauros viveram há milhões de anos atrás.
Durante os últimos anos, e um pouco por todo o mundo, os cientistas têm desenterrado uma variedade de ossos de dinossauro que contém proteínas intactas, incluindo colagénio, hemoglobina, elastina e lamina. No entanto, uma vez que de acordo com o evolucionista e escritor científico Robert Service, “proteínas nos tecidos normalmente degradam-se rapidamente após a morte do animal“, a pesquisa da equipa liderada pela Drª Mary Schweitzer manteve-se “controversa” (3).
Desde a altura em que a Drª Schweitzer publicou os seus achados relativos aos tecidos macios de dinossauros de “68 milhões de anos” (2005 e 2007), um estudo ainda mais exaustivo foi feito no chamado “duck-billed dinosaur” (supostamente de 80 milhões de anos) (3). O que é que os pesquisadores encontraram? Desta vez “Schweitzer e os colegas reportaram ter encontrado um número ainda maior de fragmentos de proteínas“. Depois de terem usado químicos para dissolver os minerais, os cientistas viram o que parece ser “uma rede de vasos macios e transparentes, bem como matrizes extracelulares“.
Qualquer maratonista aparentando ter 20 anos, forte, cabelo lustroso e sem rugas na pele afirmando ter 130 anos seria desacreditado imediatamente. A ciência e o senso comum exigem que a idade de 130 anos seja rejeitada. Então, o que dizer àcerca das datas que os evolucionistas atribuem a estes ossos de dinossauro que “aparentam ser novos“, ossos esses com um “milagosamente preservado tecido macio(4)?
Agora que o anteriormente “controverso” colagénio de dinossauro foi confirmado, será que os evolucionistas estão prontos a reconsiderar as datas que eles atribuem aos dinossauros? Será que os evolucionistas estudam a possibilidade dos dinossauros não terem vivido há milhões de anos atrás, mas sim a centenas ou a milhares de anos atrás, como afirma a Bíblia? A julgar pelo que eles escrevem, aparentemente não. Os evolucionistas estão assustadoramente silenciosos no que toca a esta contradição flagrante:
Como é que fósseis com idades de 80 milhões de anos podem conter hemoglobina, elastina, colagénio, lamina e estruturas tipo-célula aparentando células sanguíneas e células ósseas? O problema não está nos ossos, obviamente; diversos estudos durante os últimos 4 anos verificaram a presença de colagénio. O problema está nos métodos de datação evolutivos. De acordo com as evidências, eles não funcionam.
Mais uma vez, e como é normal, a Palavra do Criador revela-se historicamente Fiável. Os dinossauros sempre viveram lado a lado com os humanos, embora uma grande parte deles tenha desaparecido.
Porque é que os ateus não usam a tão amada “Navalha de Occam” neste caso? A interpretação que assume menos coisas é a interpretação Bíblica: estes ossos aparentam ser recentes porque eles são recentes. Se se rejeita esta interpretação, temos que inventar uma miríade de pseudo-condições nunca verificadas, ou postular que estamos na presença de “um novo tipo de fossilização”.
É importante ficar com estas experiências científicas à mão, e reparar como a posição ateísta é totalmente contrária às evidências. Reparem também como estas evidências não fazem o ateu reconsiderar a sua posição. Para o ateu, “tem que existir outra explicação” porque a posição que as evidências confirmam (dinossauros são recentes) não lhe agrada. Isto mostra bem como as crenças pessoais têm um peso enorme na interpretação do passado não observável.
O que isto mais uma vez mostra é que não são as evidências que transformam um ateu num crente. Para o ateu, a Hipótese Deus não está de acordo com a sua moralidade, e como tal ele filtra toda a informação que os seus sentidos recebem de forma a manter a sua fé no ateísmo. Tudo aquilo que põe em causa a sua visão do mundo ele rejeita. Tudo aquilo que parece confirmar a sua fé, ele eleva-a para o estatuto de “verdade irrefutável”, sólida como a lei da Gravidade.
A Única Força que é capaz de transformar um coração rebelde num coração ensinável é o Espírito do Criador, o Espírito do Senhor Jesus Cristo. Quando um cristão fala de Deus a um ateu, ele não está a falar com alguém que não sabe que Deus existe, mas sim alguém que sabe que Deus existe, mas que suprime o conhecimento de Deus porque as “suas obras são más” (João 3:19).
Romanos 1:20
Porque as Suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o Seu Eterno Poder, como a sua Divindade, se entendem, e claramente se vêem, pelas coisas que estão criadas,para que eles fiquem inexcusáveis
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1. Schweitzer, Mary H., Jennifer L. Wittmeyer, John R. Horner, and Jan K. Toporski (2005), “Soft-Tissue Vessels and Cellular Preservation in Tyrannosaurus rex,” Science, 307:1952-1955, March 25.
2. Hecht, Jeff (2009), “First Dino ‘Blood’ Extracted from Ancient Bone,” New Scientist, [On-line], URL
3. Service, Robert F. (2009), “‘Protein’ in 80-Million-Year-Old Fossil Bolsters Controversial T. rex Claim” Science, 324[5927]:578, May 1.
4. Gebel, Erika (2007), “T. Rex May Be Close Relation to the Chicken,” Charleston Daily Mail, April 16, [On-line], URL

Princípios Básicos Cristãos

 A Vida Cristã

Quando aceitamos Jesus Cristo como nosso Salvador, começamos a vida Cristã. Contudo, aceitar Cristo é apenas o começo – Deus ainda não finalizou tudo connosco.

Depois de estarmos na fé, o que é que fazemos? Que diferença faz a fé na forma como vivemos? O que quer Deus fazer connosco? Como quer Ele mudar-nos? E como é que tornamos mais fácil essa transformação?


O grande objectivo de Deus nas nossas vidas


Deus quer que cada um de nós sejamos “conformes à imagem do seu Filho” (Romanos 8:29). “E nós que, com a face descoberta, refletimos como num espelho a glória do Senhor, somos transfigurados nessa mesma imagem...” (2 Coríntios 3:18). Paulo trabalhou para que Cristo fosse “formado” nos crentes (Gálatas 4:19)Ele descreve o nosso interesse nessa direção: “A meta é que todos juntos nos encontremos unidos na mesma fé e no conhecimento do Filho de Deus, para chegarmos a ser o homem perfeito que, na maturidade do seu desenvolvimento, é a plenitude de Cristo.” (Efésios 4:13).

Como filhos de Deus, estamos a tornarmo-nos cada vez mais como o Seu Filho . Ele não é apenas o nosso Salvador, Ele é também o nosso exemplo, mostrando-nos como devem ser os seres humanos. Quando acreditamos em Cristo, temos uma nova identidade e uma nova razão de viver. A nossa nova identidade é “criança de Deus”.  A nossa meta é sermos “criados segundo Deus na justiça e na santidade que vem da verdade.” (Efésios 4:22-24). Temos de agir de acordo com a nova pessoa que somos.

Sermos como Deus. Que grande meta esta! Deus está a mudar-nos para sermos mais como Ele próprio - mais como Jesus, o qual nos mostrou como é Deus em carne e osso. Obviamente que não nos podemos tornar como Deus, pelos nossos próprios meios. Mas Deus pode – e está a fazê-lo! Ele não o faz contra a nossa vontade, somente se nós concordarmos com o que Ele está a fazer. Ele ajuda-nos a concordar com Ele, através do Espírito Santo operando nos nossos corações e nas nossas mentes. “...é Deus que desperta em vós a vontade e a acção, conforme a sua benevolência” (Filipenses 2:13).

Não é necessário sermos como Cristo relativamente à sua habilidade como carpinteiro, costumes culturais ou aparência física. Em vez disso, devemos ser como Ele na “santidade que vem da verdade” . Na nossa moralidade e na nossa devoção a Deus, devemos ser como Jesus Cristo. É esse o objectivo da vida Cristã – crescermos para sermos mais parecidos com Ele. É necessário sermos mudados no nosso interior, nos nossos pensamentos. Paulo diz: “...mas transformai-vos pela renovação da mente,...” (Romanos 12:2). “...revestistes-vos do homem novo que, através do conhecimento, se vai renovando à imagem do seu Criador.” Quando pensarmos como Cristo, seremos como Ele.


A nossa própria submissão

Deus é que faz o trabalho, mas nós temos a nossa parte por fazer. Podemos fazer resistência ao Seu trabalho ou podemos nos submeter cooperando com Ele. Na história do Cristianismo ainda se realçam, firmemente, três práticas: oração, estudo Bíblico e adoração. Milhões de Cristãos consideraram que estas três práticas (por vezes denominadas disciplinas espirituais) ajuda-nos a estar perante Deus para que Ele faça o Seu trabalho nos nossos corações e nas nossas mentes.
Na oração, nós reconhecemos a necessidade que temos de Deus. Nós somos lembrados que Ele é o nosso modelo a seguir, o ponto de referência para as nossas vidas. O nosso amor por Deus cresce por louvarmos o Seu poder e agradecermos-Lhe pela Sua misericórdia. Colocamos cada dia no seu próprio contexto, louvando-O por todas as coisas boas e reconhecendo o Seu objectivo para as nossas vidas. Confessamos as nossas necessidades e procuramos pela Sua ajuda, não apenas para as nossas necessidades físicas mas também, para a transformação espiritual que precisamos.

A oração foi uma parte constante na vida de Jesus, e se Ele precisava de orar, nós ainda precisamos mais. Às vezes é difícil. Nem sempre sabemos o que dizer, o que pedir ou como louvar. Não é fácil retirarmos tempo para orar. Mas é preciso que o façamos com regularidade.

Na oração, não só falamos com Deus como também, ouvimos o que Ele nos diz trazendo certos pensamentos à nossa mente através do Espírito Santo. Como é que sabemos se essas ideias vêm de Deus ou se são, meramente, do nosso cérebro. Para discernir a diferença, precisamos de treino em relação ao funcionamento da mente de Deus – treino esse que só o conseguimos através do estudo Bíblico.


As Escrituras

As Escrituras eram importantes para Jesus. Ele conhecia-as bem e considerava-as como tendo autoridade. Ele usou as Escrituras para rejeitar as tentações do demónio (Mateus 4:1-11). Ele disse que “nem só de pão vive o homem” – que também, precisamos de “toda a palavra que sai da boca de Deus” (versículo 4).

Nós precisamos das palavras das Escrituras. Deus fez com que estes livros fossem escritos para nossa instrução e  encorajamento (2 Timóteo 3:16). As Escrituras ajuda-nos a mudar os nossos pensamentos para que se pareçam mais com os de Cristo.

Os antigos Cristãos eram devotos aprendizes da doutrina que os apóstolos ensinavam. (Atos 2:42). Nós recebemos os mesmos ensinamentos no Novo Testamento. Parte do plano de Deus para a nossa transformação está no estudo das Escrituras. Ele não nos força a fazê-lo – a escolha é nossa.

Isto, também, nem sempre é fácil – por duas razões. Em primeiro lugar, partes da Bíblia são difíceis de entender e em segundo lugar, o significado, por vezes, é discutível. Há uma tal profundidade nas Escrituras que pode durar uma vida inteira para entendê-las. Na primeira vez que a estudamos, entendemos apenas um pouco do que está à superfície, depois um pouco mais, na segunda vez e ainda mais um pouco, pela terceira vez. Por isso, não podemos esperar que possamos entender tudo de uma só vez. Ajuda mais, concentrarmo-nos no que entendemos, do que naquilo que não conseguimos compreender.

Para a maioria das pessoas, no entanto, a parte mais difícil, no que se refere ao estudo Bíblico, é disponibilizar tempo para o fazer. É necessário que o transformemos numa disciplina regular e habitual. Muitos Cristãos consideram que ajuda, ler um pequeno trecho da Bíblia, todos os dias, pensar e orar sobre o que leram. Livros de orações são frequentemente úteis. O principal é criar um hábito e mantê-lo.

Adoração é a terceira disciplina que ajuda a aumentar a nossa parecença com Cristo. Jesus disse que Deus está à procura de pessoas que O adorem com sinceridade (João 4:23). Os antigos Cristãos eram devotos na comunhão fraterna, no partir do pão e na oração (Actos 2:42). Juntavam-se para adorar. Quanto mais adoramos Deus, mais perto estaremos Dele. A nossa fé tornar-se-á mais forte quando estivermos em contacto frequente com outros que têm fé.

Existem muitas outras disciplinas ou ferramentas para o crescimento espiritual. Nelas estão incluídas a meditação, jejum, solidão, simplicidade, generosidade e serviço. Em tudo isto , temos de nos lembrar que o crescimento espiritual, não é mérito nosso. Não nos tornamos como Cristo, através de autodisciplina. Em vez disso, as disciplinas são, meramente, uma forma de permitir que Deus faça o Seu trabalho, com menos resistência da nossa parte.


Jesus Cristo como Senhor

No Novo Testamento Grego, um dos títulos mais comum de Cristo is kyrios, geralmente traduzido como “Senhor”. Esta palavra grega podia referir-se a um proprietário de terras, a um oficial do governo ou a outra pessoa com autoridade. Também se podia referir a Deus, tal como o foi, frequentemente, na tradução grega do Velho Testamento.

Quando o imperador romano queria que as pessoas o chamassem kyrios, estava a assumir ser “o” senhor, a autoridade suprema – e os Cristãos recusaram. Em vez de dizer “Nero é Senhor” diziam “Cristo é Senhor”, apesar de, por vezes, lhes custar a vida. Embora obedecessem às leis romanas sempre que podiam (Romanos 13:1-7), somente a Jesus Cristo podiam eles dar fidelidade incondicional. Ele tem a autoridade suprema. Ele é o Senhor.

Pedro diz-nos, “ reconhecei Cristo como Senhor” (1 Pedro 3:15). Como nosso Senhor, Jesus é duas coisas: Protetor e Patrão. Temos de confiar nele e obedecer-lhe. Ele que deu a Sua vida por nós, deve ser reconhecido como provedor do que necessitamos.

Isto não quer dizer, tudo aquilo que queremos e nem sempre quer dizer saúde e dinheiro. Na realidade, Jesus pode até mesmo, dar-nos tribulações ou permitir que estas nos aconteçam (Atos 14:22; Hebreus 12:5-11), contudo é necessário que confiemos que Ele sabe o que está a fazer e que é para o nosso bem.

O apóstolo Paulo teve muitas tribulações, não obstante, ele diz: “aprendi a arranjar-me em qualquer situação” (Filipenses 4:11). Em várias ocasiões foi reduzido à pobreza, noutras tinha em abundância; Cristo era a sua fortaleza mesmo quando passava fome (v. 12-13). O seu Senhor dava-lhe, na altura, tanto quanto ele necessitava. Por vezes, Ele providenciava uma forma de escapar a uma tribulação; noutras dava-lhe a força para aguentá-la.

O nosso Senhor é também o nosso Mestre, o qual dá-nos ordens e espera ser obedecido. Paulo fala da obediência que vem com a fé (Romanos 1:5); Tiago diz que fé sem obediência está morta (Tiago 2:17). Nas nossas ações está patente se obedecemos a Cristo ou não. Ele morreu por nós e, em resposta, vivemos para Ele e para O servir (2 Coríntios 5:15). Nós oferecemo-nos, a nós próprios, a Deus, para sermos usados na justiça (Romanos 6:12-13).


Fé, esperança e amor

Porque devemos nós obedecer a Deus? Pela razão mais simples: é o nosso dever. Através da Sua morte na crus, Cristo comprou-nos (Atos 20:28) e é mais do que justo que façamos o que Ele diz. Nós somos filhos de Deus e devemos fazer o que Ele nos ordena. É claro que não é com o fim de sermos salvos que O obedecemos. A salvação vem em primeiro lugar e a seguir vem a obediência.

Todavia, a obediência é mais exigente que o dever. A obediência deve  vir do coração, deve ser feita porque assim o queremos e não de má vontade, por sermos obrigados. Então porque motivo devemos nós querer obedecer?

Há três razões principais: fé, esperança e amor. Em fé, acreditamos que as ordens de Deus são para o nosso próprio bem, Ele ama-nos e que ajudar-nos, não nos dá fardos pesados desnecessariamente.

Como nosso Criador Ele tem a sabedoria para saber como devemos viver, o que funciona melhor e o que causa maior alegria durante o longo percurso das nossas vidas. Nisso, temos de confiar Nele; a Sua perspectiva é muito melhor que a nossa.

Obediência exprime fé no Seu amor e sabedoria. Fomos criados por Ele para obedecer (Efésios 2:10) e a vida funciona melhor, se estivermos em sintonia com a forma com que fomos criados.

Obediência envolve, também, esperança numa benção futura. Se não houvesse vida futura, então a Cristandade seria ilusória (1 Coríntios 15:14-18). Jesus prometeu que os Seus discípulos considerariam a vida eterna muito mais valiosa do que qualquer outra coisa que tivessem de desistir, nesta vida (Marcos 10:29-30). Todos quantos forem salvos terão a alegria de conhecer Deus na vida eterna, mas, também, há recompensas adicionadas à vida eterna.

Jesus encorajou os Seus discípulos a “acumular riquezas no Céu” (Mateus 6:19-21). Várias parábolas Suas indicam que seremos recompensados pelo que fazemos nesta vida. Deus recompensa aqueles que O procuram (Hebreus 11:6).


Recompensas

Paulo também escreveu sobre recompensas: “Vós sabeis que cada um, escravo ou livre, receberá do Senhor o bem que tiver feito” (Efésios 6:8). Isto não se refere à salvação, mas sim a recompensas adicionais a esta. Ele descreve o julgamento como um fogo que testa a qualidade do trabalho de cada pessoa. “Se a obra construída sobre o alicerce resistir, o operário receberá uma recompensa” (1 Coríntios 3:14). Se  queimar, perdê-la-á, mas ainda assim, será salvo (v.15). Quanto mais nos parecermos, agora, com Cristo, mais o “manteremos connosco”  depois de morrermos.

O motivo do nosso esforço não se refere apenas às recompensas, mas porque somos filhos de Deus e não apenas empregados que fazem somente o trabalho pelo qual são pagos. Amor é o motivo do nosso esforço para obedecermos. Incluído está o amor pelas pessoas que nos rodeiam, devido ao facto de ser melhor para elas que nós obedeçamos a Deus do que o contrário. As instruções de Deus são sensatas, não são regras arbitrárias. Ajudam o inter-relacionamento  pessoal.

Maioritariamente, é o amor que dedicamos a Deus que nos leva a querer obedecer-Lhe. Ele tem feito tanto por nós que não podemos deixar de estarmos agradecidos e de querermos agradar-Lhe. «Se Me amais,» diz Jesus, «obedecereis aos meus mandamentos» (João 14:15) «Se alguém Me ama, guarda a minha palavra...» (v.23). Mais tarde, João escreveu, “Porque amar a Deus significa observar os seus mandamentos...” (1 João 5:3) “Quem diz que conhece a Deus, mas não cumpre os seus mandamentos, é um mentiroso, e a Verdade não está nele. Por outro lado, o amor de Deus realiza-se de facto em quem observa a Palavra de Deus. É assim que reconhecemos que estamos com Ele” (1 João 2:4-5).
Obediência pode também, demonstrar às outras pessoas que nós amamos Deus. Obediência diz que Ele é grandioso, bom e sábio e que nós o adoramos. Obediência diz que Deus é importante para nós, que é valioso e que merece a nossa lealdade. Deixem que as vossas boas obras estejam à vista , disse Jesus, para que as pessoas as possam ver «e louvem o vosso Pai que está nos céus» (Mateus 5:16).  
“Comportai-vos de modo exemplar entre os pagãos,” escreveu Pedro, “a fim de que eles, mesmo falando mal de vós como se fôsseis malfeitores, ao verem as boas obras que fazeis glorifiquem a Deus no dia do julgamento” (1 Pedro 2:12). Um bom exemplo pode ajudar as pessoas a disporem-se favoravelmente para com Deus. “Uma só coisa: comportai-vos como pessoas dignas do Evangelho de Cristo” (Filipenses 1:27). Ajudemos o Evangelho a estar associado a coisas boas, não más. O nosso amor a Deus significa que queremos trazer-Lhe publicidade favorável, para que outros também O venham a amar. Um mau exemplo levará a Palavra de Deus a ser difamada (Tito 2:5). Aqueles que se orgulham dos seus pecados não podem ser contados como membros de boa reputação (1 Coríntios 5:1-13)



Santificação

Muito do que temos aqui discutido está sob o termo teológico santificação, que quer dizer ‘tornar santo’. Através da sua morte, Cristo já nos santificou (Hebreus 10:10). Significa que nos agrupou para Ele, para Seu uso próprio. Nós estamos santificados e as Escrituras chama-nos, frequentemente ‘santos’. Nós estamos dedicados a Deus.

Mas, num outro sentido, nós ainda estamos no processo da santificação (v.14). O trabalho ainda não está concluído. Talvez já tenha notado que o nosso comportamentos nem sempre é como deveria ser. No processo de santificação, os nossos pensamentos e comportamentos estão a ser alterados em conformidade com o que devem ser na realidade. Nós somos filhos de Deus e é como tal que devemos ser e viver.

Embora Deus permita e incentive este processo, os Cristãos têm também, uma parte activa nele. Está sempre a ser-nos dito repetidamente, para pensarmos e agirmos de uma certa forma. “Portanto, meus amados, obedecendo como sempre, não só como no tempo em que eu estava aí presente, mas muito mais agora que estou longe, continuai a trabalhar com temor e tremor, para a vossa salvação” (Filipenses 2:12).

Deus “ salvou-nos e chamou-nos com uma vocação santa,” escreveu Paulo (2 Timóteo 1:9). Ele exorta-nos a oferecer os nossos corpos como sacrifícios vivos, a fazer a vontade de Deus. Ele encoraja-nos a viver uma “vida digna do Senhor,” e a  “fazer tudo o que Ele aprova: dareis fruto em toda a atividade boa e crescereis no conhecimento de Deus,”(Colossenses 1:10). A vontade de Deus é que vivais consagrados a Ele... que cada um saiba usar o próprio corpo na santidade e no respeito... Deus não nos chamou para a imoralidade, mas para a santidade” (1 Tessalonicenses 4:3-7). “Procurai estar em paz com todos. Progredi na santidade, porque sem ela ninguém verá o Senhor” (Hebreus 12:14).
Ser como Jesus, viver como Jesus – isto pode parecer um objectivo  irrealista. No entanto não deixa de ser a nossa meta, porque é Deus que está a trabalhar connosco. Apesar das nossas incapacidades, podemos confiar que Ele concluirá o trabalho que começou em nós (Filipenses 1:6). Cristo tomou conta de nós para um Seu objectivo, o qual se refere em estarmos em conformidade com a Sua imagem. Por isso nós avançamos, confiantes em Jesus, esforçando-nos para fazer a Sua vontade. “...mas uma coisa faço: esqueço-me do que fica para trás e avanço para o que está adiante.  Lanço-me em direção à meta, em vista do prêmio do alto, que Deus nos chama a receber em Jesus Cristo” (v.13-14).
Lancemo-nos progressivamente!
                                                                                              Michael Morrison